Regulamento

Regulamento 1º Rally de Rio Negrinho

 

SUMÁRIO


Art. 1 - Definição
Art. 2 - Percurso
Art. 3 - Trechos da Prova
Art. 4 - Inscrições e Participantes
Art. 5 - Responsabilidades
Art. 6 - Idades
Art. 7 - Categorias
Art. 8 - Ordem de Largada
Art. 9 - Premiação
Art. 10 - Autoridades da Prova
Art. 11 - Reclamações
Art. 12 - Largada
Art. 13 - Planilha de Roteiro (Livro de Bordo)
Art. 14 - Indicações Quilométricas
Art. 15 - Velocidade
Art. 16 - Cronometragem de Controle
Art. 17 - Contagem de Pontos
Art. 18 - Empates
Art. 19 - Pontuação
Art. 20 - Penalidades
Art. 21 - Penalidades Especiais
Art. 22 - Briefing
Art. 23 - Alterações no Roteiro
Art. 24 - Apoio
Art. 25 - Veículos Admitidos
Art. 26 - Itens Obrigatórios de Segurança e Vistoria
Art. 27 - Instrumentos de Navegação
Art. 28 - Sistema de Comunicação
Art. 29 - Casos Omissos
Art. 30 - Adendos
Art. 31 - Sinalização
ADENDO 1 – ADESIVAGEM
ADENDO 2 – VALOR DAS INSCRIÇÕES
ADENDO 3 – PROGRAMAÇÃO, HOSPEDAGEM, ALIMENTAÇÃO

REGULAMENTO TÉCNICO E DESPORTIVO

 

 

Art. 1 – Definição
O 1º Rally de Rio Negrinho é um Rallye de Regularidade Off-Road, organizado pela empresa SC RACING LTDA em parceria com o Jeep Clube Rio Negrinho e autorização da FAUESC, disputado em 1 etapa na região de Rio Negrinho - SC, específico para veículos com tração 4X4 multimarcas, constituídas por trechos variáveis e médias horárias a serem definidas em uma planilha de roteiro, que o navegador recebe antes da largada, em horário a ser definido pela organização, sendo a 4ª etapa do Campeonato Rally SC 2011.

Art. 2 – Percurso
Estradas pavimentadas, secundárias, privadas ou abandonadas, trilhas, prevalecendo nas vias públicas às leis de trânsito locais. Poderá haver trechos diferentes para cada categoria.
Poderão existir, a critério do diretor de prova, trechos de radar, onde será fixada no livro de bordo a velocidade do trecho e com o aviso “radar”.
2.1. Trechos de regularidade: São trechosntados por números, indicando a velocidade média a ser mantida, em km por hora.
2.2. Deslocamentos: São trechos representados pela letra "D" e servem para travessia de cidades, povoados e vilarejos, onde não haverá média de velocidade imposta e sim, um tempo pré-determinado para a travessia.
2.3. Neutralizados: São trechos de parada, representados pela letra "N", onde o participante tem um tempo estipulado para descanso, abastecimento ou reparos.

Art. 3 – Etapa da prova
3.1 O Roteiro da prova será composto de apenas 1 etapa, e será valido pelo Campeonato Rally SC 2011.

Art. 4 - Inscrições e Participantes
4.1. As inscrições serão disponibilizadas somente via internet pelo site www.transcatarina.com.br ou www.racingsc.com.br a partir do dia 23/09/2011. Serão aceitas inscrições de participantes de qualquer estado do país, desde que possuidores de veículos que se enquadrem neste regulamento.
4.2. A comissão organizadora poderá se recusar a aceitar a inscrição de um concorrente (piloto e/ou navegador), desde que justifique o motivo.
4.3. A taxa para inscrição da prova será definida em adendo a este regulamento.
4.4. Não será cobrado, inscrição de apoios ou zéquinhas, porém todos os integrantes da equipe devem estar inscritos para receberem acesso aos locais de largada, chegada e para estarem aptos a solicitar informações, receber planilhas de apoio etc. da organização de prova.

Art. 5 – Responsabilidades
5.1. O ato da inscrição para a prova caracteriza a declaração do concorrente (piloto e navegador e Zequinha, se houver) e seus responsáveis legais assumindo todos os riscos da mesma, consigo ou com outrem, com seus veículos e equipamentos, isentando organizadores, promotores, supervisores e patrocinadores de quaisquer acidentes, independente do tipo ou natureza, que possa ocorrer antes, durante ou depois da prova.
5.2. Todas as dificuldades encontradas no percurso, tais como pontes precárias, areões, lamaçais, riachos cheios, pedras, tocos de madeira, arvores, etc., serão de inteira responsabilidade dos concorrentes em transpô-las, mesmo que para tal tenha que se desviar do roteiro, permanecendo imutável o tempo programado para o trecho, salvo instruções do diretor da prova, que poderá notificar através de fiscais e adendos escritos.

Art. 6 – Idades
6.1. Para todas as categorias só serão aceitas inscrições de pilotos maiores de 18 anos e devidamente habilitados e Navegadores maiores de 07 (sete) anos, sendo que neste caso, o menor deverá ter uma autorização por escrito e com firma reconhecida de seu responsável, onde o mesmo deve dizer que se responsabiliza por todo e qualquer incidente que houver na prova, deverá constar também o nome do evento, nome completo de cada um, números de R.G. e C.P.F. e assinatura do responsável.

Art. 7 – REQUISITOS PARA O VEÍCULO SE ENQUADRAR NAS CATEGORIAS DE COMPETIÇÃO:
Categorias: SUPER MASTER, GRADUADO, JUNIOR:

1-Nas Categorias Super Master e Graduados será obrigatório a apresentação da carteirinha da CBA ou aquisição da mesma , para pilotos e navegadores;
2- Estar equipado com rodas com diâmetro não superior a 17 polegadas;
3- Estar equipado com pneus com diâmetro não superior a 36 polegadas, 100% apropriados para prática de off-road;
4- Estar equipado com sistema de navegação eletrônico integrado ao veículo;
5- Estar com todos os equipamentos obrigatórios por lei (pneu socorro, triângulo, extintor, ferramentas, etc.);
6- Estar em bom estado de conservação e com todas as funções elétricas e mecânicas em pleno funcionamento;
7- Estar equipado com cinto de segurança conforme legislação do CONTRAN;
8- Estar equipado com Santo Antonio ou gaiola, no caso de veículos conversíveis ou de não possuir capota rígida (fibra ou metálica);
9- Estar equipado com cinta ou cabo de reboque apropriado;
10- Estar com os documentos rigorosamente regulares;
11- Portar autorização passada em cartório pelo proprietário do veículo autorizando o uso do mesmo em competições, se o proprietário não fizer parte da tripulação do veículo.
12- Opcionalmente está liberado o uso de radio de comunicação e GPS (recomendado).
7.1. Categoria Super Máster: As médias de velocidades poderão ser superiores às das demais categorias, será a primeira categoria a largar nas etapas.
Categoria de alto grau de competitividade, própria para pilotos e navegadores com vasta experiência em provas off-road de regularidade de reconhecimento nacional, devidamente comprovado através de currículo esportivo a ser analisado pela organização, com veículos devidamente preparados, de qualquer marca, modelo e ano de fabricação, inclusive Pick-Up, com sistema de tração 4x4, utilizando qualquer produto combustível legal, cumprindo rigorosamente os requisitos estabelecidos no item 7.
7.2. Categoria Graduado: As médias de velocidades poderão ou não, ser inferiores às da categoria Super Máster, será a segunda categoria a largar nas etapas, imediatamente após a categoria Super Máster, obedecendo a um intervalo de três (3) minutos.
Categoria de competição própria para pilotos e navegadores com experiência em provas off-road de regularidade promovidas por clubes especializados, experiência esta devidamente comprovada através de currículo esportivo a ser analisado pela Organização, com veículos devidamente preparados, de qualquer marca, modelo e ano de fabricação, inclusive Pick-Up, com sistema de tração 4x4, utilizando qualquer produto combustível legal, cumprindo rigorosamente os requisitos estabelecidos no item 7.
7.3. Categoria Junior: Algumas médias de velocidades poderão ser inferiores às da categoria graduado, será a terceira categoria a largar nas etapas, imediatamente após a categoria Graduado, obedecendo a um intervalo de três (3) minutos.
Categoria de competição para pilotos e navegadores com pouca ou nenhuma experiência em provas off-road de regularidade promovidas por clubes off-road. Os veículos deverão estar devidamente preparados, utilizando qualquer produto combustível legal, cumprindo rigorosamente os requisitos estabelecidos no item 7.
7.4. Categoria Cidade: Algumas médias de velocidades poderão ser inferiores às da categoria junior, será a quarta categoria a largar nas etapas, imediatamente após a categoria Junior, obedecendo a um intervalo de três (3) minutos.
Categoria de competição para pilotos e navegadores com qualquer experiência em provas off-road de regularidade promovidas por clubes off-road. Terá um trajeto especifico de nivel facil, sendo assim não é obrigatório (porém aconselhavel) o uso de pneus off road. Os veículos deverão estar devidamente preparados, utilizando qualquer produto combustível legal, cumprindo rigorosamente os requisitos estabelecidos no item 7. Proibido o uso de equipamentos de navegação integrado.
7.5. Categoria Expedition: Esta categoria largará em horário definido pelo líder do comboio, em forma de comboio, comandados por “carro guia” da Organização que os conduzirá até o final do evento. Nesta categoria não há controle de tempo de passagem por PCs sendo que as velocidades e trajetos serão determinados pelo veículo da Organização responsável pela condução do comboio.
Categoria de Turismo, sem competição, própria para pilotos e acompanhantes com espírito de aventura, pilotos esses que deverão ter experiência de condução de veículos 4x4 em estradas de piso natural com diferentes relevos e em situações climáticas diversas (seco e/ou molhado), com veículos de qualquer marca, modelo e ano de fabricação, utilizando qualquer produto combustível legal, obedecendo rigorosamente aos requisitos abaixo:
1- Estar equipado com rodas com diâmetro não superior a 17 polegadas e com pneus com diâmetro não superior a 36 polegadas, 100% apropriados para prática de off - road, sendo proibida a utilização de pneus do tipo agrícola (Fronteira, Dynatork, outros).
2- Estar equipado com pelo menos sistema de hodômetro com botão de “zerar” distâncias.
3- Estar com todos os equipamentos obrigatórios por lei; (pneu socorro, triângulo, extintor, etc.).
4- Estar em bom estado de conservação e com todas as funções elétricas e mecânicas em pleno funcionamento;
5- Estar equipado com cinto de segurança conforme legislação do CONTRAN;
6- Estar equipado com Santo Antonio ou gaiola, no caso de veículos conversíveis ou de não possuir capota rígida (fibra ou metálica).
7- Estar equipado com cinta ou cabo de reboque apropriado.
8- Estar equipado com rádio de comunicação (PX OU PY) e GPS (recomendável).
9- Estar com os documentos rigorosamente regulares.

 


Art. 8 - Ordem de Largada
Os competidores terão sua ordem de largada determinada pela colocação do piloto na etapa anterior, caso o mesmo não tenha participado será pela a ordem de inscrição no site logo após o ultimo colocado na sua categoria na etapa anterior.

Art. 9 – Premiação
9.1. Serão premiadas as 5 primeiras duplas da categoria Super Máster, Graduados e Junior no campeonato e as 3 primeiras na categoria cidade.
9.2. Demais premiações serão divulgadas em adendo particular.
9.6. Caso haja premiação individual de brindes por sorteio em alguma etapa, não fará jus ao prêmio o concorrente que não se encontrar presente no momento do sorteio.
Parágrafo Único - Os promotores do Rally, são as únicas autoridades que permitem qualquer tipo de publicidade com respeito à prova. Os concorrentes, membros da organização, todos os demais participantes e/ou envolvidos com o evento autorizam o uso de sua imagem, cinética e eletrônica, para fins comerciais, editoriais, promocionais e publicitários.
USO DE CAMISETAS FORNECIDAS PELA ORGANIZAÇÃO
Será de uso obrigatório:
1- Em todos os almoços de entrega de resultados.
Obs.: Em caso especifico de contrato com patrocinadores particulares entrar em contato com o Diretor de Provas.

Art. 10 - Autoridades da Prova
10.1. Todo concorrente, ao se inscrever na prova, declara obrigatoriamente conhecer o regulamento e a ele submeter-se, reconhecendo integralmente as autoridades de prova, (Nominadas 10.3) as quais devem dirigir-se com dignidade e respeito. Declara também aceitar a impossibilidade de recorrer a qualquer outra instancia esportiva ou júri, civil ou criminal por mais privilegiado que seja.
10.2. O 1º Rally de Rio Negrinho organizado pela SC RACING em parceria com o Jeep Clube de Rio Negrinho, homologado e fiscalizado pela FAUESC
10.3. Comissão Organizadora:
Representante Fauesc – Manoel Xavier de Fino

Diretor de Prova: Edson Roberto Schmidt
Diretor Técnico: Eduardo Krueger
Diretor de Segurança: Marlo Mann

Diretor Geral do Evento – Edson João da Costa
Diretor geral de prova – Wagner Antonio de Souza

 

 

Art. 11 - Recursos
11.1. Todo concorrente que se julgar prejudicado, terá direito a apresentar reclamações individuais que serão encaminhadas ao Diretor da Prova e julgadas pela Comissão Organizadora com a maior brevidade possível. Enquanto a reclamação não for julgada, o resultado permanecerá sob júdice. As reclamações individuais deverão ser por escrito em formulário apropriado fornecido pela organização de prova, acompanhada de cheque no valor de R$ 500,00. No caso de procedência da reclamação, a quantia será devolvida ao reclamante, caso contrário, o valor reverterá à entidades assistenciais definidas pela organização do evento as quais também receberão os alimentos doados no ato da confirmação de inscrição.
11.2. Protestos ou recursos deverão ser apresentados dentro dos seguintes prazos:
a) FICHA TÉCNICA / LIVRO DE BORDO / POSICIONAMENTO DE PC’S: Até 30 (trinta) minutos após a entrega da ficha técnica ou da chegada teórica do concorrente. O que acontecer antes.
b) RESULTADOS: Até 30 (trinta) minutos após a publicação da planilha de passagem.
c) Durante os Prazos acima, o diretor da prova e/ou fiscais designados deverão estar presentes no local, à disposição dos concorrentes, para recebimento de protestos/reclamações.
d) A interposição de recursos e o julgamento dos mesmos não habilitam para novos prazos ou novos recursos.
11.3. Protesto referente a Postos de Cronometragem dará direito à dupla de verificação dos dados coletados, juntamente com o Diretor de Prova e os Comissários Desportivos.

Art. 12 – Largada
A ordem de largada dos veículos será por ordem numérica, fornecida na confirmação da inscrição, seguindo o definido no artigo 8, em intervalos regulares de 30 ou 60 segundos, a critério da organização.

 

 

Art. 13 - Planilha de Roteiro (Livro de Bordo)
13.1. Cada concorrente receberá uma ou mais planilhas contendo o roteiro, velocidades e distâncias a serem seguidas, esta planilha poderá ser entregue desde a abertura da secretaria de prova, até o momento da largada e até mesmo durante a prova no caso de mais de uma planilha, ficando o horário de entrega a critério da direção de prova. É de responsabilidade dos participantes a conferência quanto à categoria, ao número de folhas e a legibilidade da planilha, assim que a receba. Constará também na planilha a localização dos neutralizados, postos de abastecimentos e deslocamentos.
13.2. A simbologia da planilha deverá ser simples e clara, procurando mostrar apenas o necessário à identificação do roteiro. Os símbolos utilizarão o código tulipa, já padronizado para este tipo de prova. Caso a organização julgue necessário, poderá conter informações descritivas que possam auxiliar no roteiro.
13.3. No símbolo usado, a "bolinha" (que indica o local onde o concorrente está) deverá estar sempre na posição inferior do retângulo. O sentido do desenho será sempre de baixo para cima.
13.4. Os ângulos da simbologia deverão apresentar, com a melhor fidelidade possível, os reais ângulos das encruzilhadas e bifurcações.
13.5. Na coluna da direita, poderão constar as observações, chamando a atenção para locais perigosos (cava, barranco, pedra, etc.), ou quaisquer informações quando puderem surgir dúvidas ao caminho a seguir, por exemplo: quando a prova atravessar plantações, canaviais etc. Quando no trecho existir radar, será colocado no campo observação à identificação “radar”.
13.6. O levantamento do roteiro deverá ser feito com aparelho(s) eletrônico(s) de precisão mínima de 1 (um) metro, devendo ser utilizado somente um valor de calibre para efetuar toda a medição da prova. O ponto de referência do carro para medição deverá ser o pára-choque dianteiro.
13.7. O início de um trecho sempre será o final do trecho anterior.

Art. 14 - Indicações Quilométricas
14.1. As medidas serão sempre em quilômetros, com subdivisão de metros e dezenas de metro.
Ex.1: 2,328 (dois quilômetros e trezentos e vinte oito metros).
Ex.2: 0,03 (trinta metros).
Ex.3: 10,74 (dez quilômetros e setecentos e quarenta metros).
14.2. Medidas inferiores ao padrão utilizado, serão indicadas diretamente no desenho, ou no texto (coluna de observações).
14.3. As indicações quilométricas para aferições e finais de trechos serão fornecidas com precisão em metros e representadas com três casas após a vírgula. Caso estejam com duas casas decimais deverá ser utilizada a distancia básica, ou seja, acrescenta-se 0 (zero) na terceira casa.
Ex.: AFER 8,32 na planilha utilize o valor 8,320. As referências de roteiro serão fornecidas em dezenas de metros, sendo aproximadas.
Parágrafo único: Somente as referências FISICAS apresentadas com três casas decimais poderão ser utilizadas como aferição. Caso uma referência apresente a terceira casa decimal, mas não possua uma referência física, esta deverá ser desconsiderada para tal.
14.4. O competidor deve considerar a medida fornecida como exata para cálculos e fechamento de trecho.
14.5. Referências para aferições serão fornecidas com intervalos de no máximo 15 km entre elas, exceto em trechos de deslocamento, sem que as mesmas tenham obrigação de localização específica ou proteção para colocação de PC's.
14.6. Sempre que estiver avisado na planilha colchetes e porteira com neutro A/F não haverá PC 50 metros antes e 50 metros após a referência.
14.7. A não ser quando expresso em contrário a medição quilométrica refere-se ao ponto inicial da respectiva referência, tanto no caso de encruzilhada, como no caso de pontes, mata-burro, abrigo de ônibus, etc.
14.8. Quando não houver adendo para aferição, o primeiro trecho será um deslocamento para aferição e não conterá PC de tempo.
14.9. A planilha/livro de bordo será com final de trecho exato para os trechos da prova.
14.10. A seqüência das referências no livro de bordo respeita a ordem pela qual elas ocorrem.
14.11. Nas etapas aonde forem fornecidas previamente a ficha técnica dos trechos programados (anteriormente a entrega da planilha), deverão ser consideradas as medidas fornecidas na planilha para os fechamentos de trechos, em caso de discrepância entre os valores da planilha e da ficha técnica. Em caso de entrega de dados em memória eletrônica (smart memo ou similar), se houver discrepância entre os dados e a planilha, valerá as medidas fornecidas na planilha.

Art. 15 – Velocidade
15.1. Nas provas a velocidade média imposta será representada por números inteiros.
15.2. Poderá haver velocidades de médias horárias diferentes na planilha de prova, procurando distinguir as categorias ou como prevenção em caso de chuva forte.
15.3. A média a ser usada será decidida pelo diretor da prova por ocasião da largada e deverá ser mantida até o término da prova.
15.4. Velocidade máxima no trecho navegável será de 70 Km/h.

Art. 16 – Cronometragem, Postos de Controle e Coletores de Dados
16.1. Coletores de dados de GPS
1. Serão usados os equipamentos modelo Rastro da empresa Totem.
2. O(s) equipamento(s) será(ão) fornecido(s) pela organização antes da largada da prova e deverá(ão) ser instalado(s) no(s) local(is) indicado(s), conforme as instruções fornecidas.
3. A organização não se responsabilizara se o competidor largar sem o(s) equipamento(s), caso em que o competidor estará automaticamente desclassificado.
4. A organização informará o número de equipamentos que deverão ser colocados em cada veículo inscrito na prova, poderão ser 1 ou 2 equipamentos por veículo.
5. Não será necessária nenhuma instalação elétrica no veículo.
6. O competidor deverá assinar um termo de responsabilidade, no momento da entrega do(s) equipamento(s) onde assume a total responsabilidade sobre o(s) mesmo(s).
Caso o competidor não devolva o equipamento, em condições de funcionamento ao final do evento, independentemente do motivo (roubo, perda, danos propositais ou não, etc..) o mesmo deverá reembolsar o valor especificado no termo de responsabilidade para a organização em até no máximo 10 dias corridos após a realização do evento.
7. Os dados de cada competidor serão coletados por um (ou mais) coletor de dados GPS, conforme descrito no item 1, em todo o trajeto da prova, desde a largada até a chegada. A apuração será realizada através dos dados coletados pelo primeiro equipamento, só será usado o segundo equipamento de backup (organização) ou o GPS (competidor) caso ocorra perda de dados do primeiro equipamento: hora com precisão de segundos e posição geográfica (latitude e longitude).
8. Poderá ser usado, a critério do diretor de prova, o GPS do competidor como backup para coleta de dados caso ocorra perda de dados do equipamento da organização. Este GPS terá que estar configurado para coleta de dados a cada 1 segundo.
9. Se por algum motivo o(s) equipamento(s) de coletas de dados não vier a funcionar o competidor será automaticamente desclassificado da prova, sem direito a reclamações.
10. O coletor de dados será removido na chegada do competidor, ou em outro local especificado pela organização e divulgado no briefing. Se o aparelho não for devolvido no local especificado pela organização em até 20 minutos além do horário ideal de chegada do competidor, o mesmo será desclassificado. Será da responsabilidade do competidor a devolução do(s) aparelho(s) mesmo após o prazo, caso contrário será cobrado o valor definido no termo de responsabilidade, nas condições do item 6 do art. 16.1.
11. Mesmo se desclassificado, será da responsabilidade do competidor a devolução do(s) aparelho(s) mesmo após o prazo, caso contrário será cobrado o valor definido no termo de responsabilidade, nas condições do item 6 do art. 16.1.
12. A coleta de dados será feita em segundos com interpolação alcançando a precisão de centésimos de segundos. A interpolação será feita pelos dados coletados nos dois pontos, anterior e posterior, mais próximos a linha do PC. Para efeito do cálculo de pontos perdidos o tempo será em décimos de segundos.
13. O equipamento poderá ser vistoriado por fiscais da prova devidamente identificados em qualquer momento da prova.
14. Qualquer interferência eletromagnética gerada pelo veículo do competidor (deliberadamente ou não) que inibir o funcionamento do coletor de dados via GPS poderá implicar em até a desclassificação do competidor. Estes casos serão julgados pelo diretor de prova e comissários desportivos.
15. Passar mais de uma vez pelo PC, para fins de apuração será considerado o tempo de sua primeira passagem.
16.2. A cronometragem será feito com base em um tempo padrão (hora oficial) fornecido pela organização da prova, pelo menos 30 minutos antes da largada, sendo utilizado o décimo de segundo, ou seja, cada minuto valendo 600 pontos.
16.3. Os postos de cronometragem serão posicionados no decorrer do roteiro, em posições e quantidades não conhecidas previamente pelos competidores e sua coleta de tempo via satélite. Eles serão divulgados, através da ficha técnica.
16.4. Será colocada a disposição dos participantes, a listagem de tempos reais de passagem, para a devida conferência, sempre 30 minutos antes da declaração dos resultados.
16.5. Cada PC válido que constar na ficha técnica deverá ter as seguintes informações: categoria, trecho, medida (número inteiro em metros), velocidade do trecho, tempo teórico de passagem e waypoint (latitude e longitude) da posição real do PC. O waypoint será utilizado como referência para a apuração das passagens dos concorrentes.
16.6. Não será modificado nem criado novo PC’s após a largada da prova.
16.7. Cada etapa deve ter no mínimo 07 (sete) PC's válidos para todas as categorias. Caso a prova não atinja este número ela não será considerada válida para o campeonato.
16.8. Os PC's funcionarão 30 minutos antes da passagem teórica ideal do primeiro participante e até 10 minutos após o tempo de passagem teórico ideal do último participante.
16.9. O PC visa medir a navegação e confirmar o caminho e o sentido correto da prova.
16.10. O participante perderá 1 (um) ponto por décimo de segundo de atraso até o limite de 10 minutos, após o que, perderá fixo 6000 pontos. Perderá 01 (um) ponto por décimo de segundo de adianto, também até o limite de 10 minutos, a partir do que perderá o limite máximo de 6000 pontos (com sinal negativo). Exemplos: 1,3 seg de atraso = 13 pontos perdidos / 0,4 seg de adianto = - 4 pontos perdidos / 3,1 seg de adianto = - 31 pontos perdidos.
16.11. Os pontos adiantados serão representados com o sinal – e serão somados pelo seu valor absoluto.
16.12. A não passagem por um PC será representada por quatro asteriscos ( **** ) e serão somados a pontuação máxima ao total e não serão validos para N-i.
16.12. A prova poderá ter PC de chegada em seu último trecho (deslocamento), sendo que este não penalizará o concorrente caso o mesmo chegue ao seu final adiantado. Caso chegue com mais de 20 (vinte) minutos de atraso perderá a pontuação máxima.
16.13. Critério de Descarte (N-1) e (N-i) cumulativamente:
No critério N-1 será descartado o pior PC válido com no máximo 3 segundos (<=3 seg) de adianto ou até 10 minutos de atraso (<=10 min).
No critério N-i serão descartados os ¨i¨ piores PCs válidos de cada concorrente com no máximo 3 segundos (<=3 seg) de adianto ou 3 segundos (<=3 seg) de atraso.
O valor ¨i¨ refere-se a 7% dos PC´s válidos da prova arredondando para baixo (ex: 75 PC´s válidos, 7% = 5,25, portanto i = 5 PC´s).
16.14. O ponto de cronometragem nos PC’s é a linha do para brisa do veiculo.
16.15. Poderá existir PC de roteiro, sendo computada somente a passagem efetuada entre 10 minutos antes e 10 minutos após o seu horário ideal, excluindo os limites inferior e superior. O competidor perderá 0 (zero) pontos pela passagem e a pontuação máxima pela não passagem ou passagem fora do limite de 10 minutos.
16.16. Qualquer PC de tempo poderá ser transformado em PC de roteiro, a critério do diretor de prova.
16.17. Quando houver cancelamento de PC, deverá anteriormente a divulgação dos resultados e a premiação, ser divulgado aos competidores os dados e motivos deste cancelamento e estes fatos deverão constar do relatório do Diretor de Prova a ser divulgado, juntamente com os resultados.
16.17. Para ser considerado classificado em uma etapa do campeonato, o competidor terá obrigatoriamente que passar por 2/3 dos PC’s válidos da mesma. O Calculo destes 2/3 dos PC’s será feito utilizando-se a parte inteira do numero final.
Ex.: 16 pcs válidos, 16 *2/3=10,6; neste caso serão utilizados 10 como 2/3 dos pcs válidos.
16.18. Velocidade máxima (Radar):
1. A velocidade máxima permitida será de 70 Km/h em trechos navegáveis, com exceção para as zonas de radar, onde valerá o que esta na planilha.
2. Qualquer pico de velocidade de um competidor acima da velocidade máxima estabelecida no trecho implicará uma penalidade de 1000 pontos por pico atingido.
3. Haverá uma tolerância de 10% na velocidade máxima estabelecida e na faixa de tolerância não haverá penalidade.
4. Pico de velocidade: Sempre que a velocidade exceder a velocidade máxima acrescida de sua tolerância em mais de 10 segundos.
dos pcs válidos.
16.19- Poderá haver PC duplo, desde que o intervalo entre os horários ideais de passagem de um mesmo carro sejam de pelo menos 30 segundos.
16.19.1 - Para fins de apuração, e para PC´s duplos distanciados em até 20 minutos, a primeira passagem do competidor será atribuída ao primeiro PC válido no local do PC, e a segunda passagem será atribuída ao segundo PC, independentemente se o competidor já estiver no trecho correspondente.
16.19.2 - Para PC´s duplos distanciados em mais de 20 minutos, a primeira passagem do competidor será atribuída ao primeiro PC, sendo desprezadas as demais passagens até a passagem com intervalo de tempo maior que 20min01seg. A partir deste tempo, será considerada a primeira passagem do competidor para efeitos de apuração para o segundo PC.

Art. 17 - Contagem de Pontos
Vencerá a dupla que no final da prova apresentar o menor número de pontos perdidos.
Para cada décimo de segundo atrasado (0,1): 1 ponto perdido sem tolerância;
Para cada décimo de segundo adiantado (-0,1): 1 ponto perdido sem tolerância;
Acima de 10 minutos atrasados – 6.000 pontos perdidos;
Acima de 10 minutos adiantados – 6.000 pontos perdidos.
Os tempos ideais serão calculados com precisão de centésimo de segundo, truncando o milésimo para cálculos posteriores e comparados com o tempo do concorrente que também é coletado em centésimo de segundos. A diferença de tempo em centésimo será arredondado para décimos de segundo (cinco centésimos ou mais arredonda para cima) a fim de formar os pontos perdidos.
Critério de arredondamento: entre -0,049 e +0,049 segundos será 0 (zero) pontos. Entre 0,050 e 0,149 segundos será 1 (hum) ponto. E assim por diante.

Art. 18 – Empates
Caso haja empate na etapa, o critério de desempate será:
a. Vencerá a dupla que perder menos pontos nos PCs de N-i (descarte).
b. Persistindo o empate, será considerada vencedora a dupla que apresentar o maior número de PC’s zerados.
c. Caso o empate persista, vencerá a dupla que apresentar o maior número de PC’s com 1 ponto, 2 pontos, sucessivamente ate o desempate. d. Caso o empate persista, vencerá a dupla que perder menos pontos no último PC.
e. Caso o empate ainda persista, vencerá a dupla que perder menos pontos no penúltimo PC e assim sucessivamente até o desempate.

 

Art. 19 – Pontuação
19.1. Para efeito de Ranking, serão atribuídos pontos para cada colocação conforme segue:
1º - 17 pontos / 2º - 15 pontos / 3º - 13 pontos / 4º - 12 pontos / 5º - 11 pontos / 6º - 10 pontos / 7º - 09 pontos / 8º - 08 pontos / 9º - 07 pontos / 10º - 06 pontos / 11º - 05 pontos / 12º - 04 pontos / 13º - 03 pontos / 14º - 02 pontos / 15º - 01 pontos.
19.2. Para efeito de pontuação final, será descartada a pior pontuação conseguida pelo Piloto e Navegador individualmente em uma das etapas participadas ou não (N-1). Se alguma etapa tiver 7 ou menos PC's de tempo válidos não será contabilizada no ranking, isto é, para o resultado final será uma prova cancelada.
19.3. Caso haja empate no ranking final, o critério de desempate será:
a. Considerado vencedor quem tiver descartado a maior pontuação no critério N-1;(etapa)
b. Caso o empate persista, será considerado o maior número de 1ºs lugares, 2ºs e assim sucessivamente, valendo para esta comparação, os resultados de todas as 06 (seis) etapas.
c. Caso o empate ainda persista, será declarada campeão o melhor colocado na última etapa.
19.4. Os competidores que não largarem na última etapa não poderão utilizar esta prova como descarte, nem tão pouco alguma prova que tenham sido desclassificados.
19.5. As pontuações serão sempre atribuídas aos pilotos e navegadores individualmente. Para efeito de largada serão considerados os pontos do piloto.
19.6. Não é permitida a substituição de algum membro da equipe, piloto ou navegador, durante a realização do evento.

 

Art. 20 – Penalidades
Será desclassificada a dupla que:
• Romper cercas, porteiras e colchetes, trafegar sobre plantações, hortas etc. ou exercer qualquer ato de desrespeito à propriedade alheia. Esta penalidade não isenta a dupla de responder e arcar com responsabilidades, decorrentes do ato, perante os prejudicados.
• Cujos integrantes (incluso zequinhas) ingerirem e/ou portarem bebidas alcoólicas durante o transcurso da prova.
• Que trocar os participantes inscritos por outros.
• Que obstruir propositadamente a passagem de outro concorrente.
• Que partir antes do sinal de largada e não atender a solicitação para a repetição da partida.
• Que desacatar as decisões dos diretores de prova, comissão organizadora ou fiscais de prova.
• Que apresentar informações incorretas ou falsas em sua ficha de inscrição.
• Que promover atitudes ou atos antidesportivos contra outra dupla inscrita na competição ou contra a organização da prova, durante todo o transcorrer da mesma (desde a abertura da secretaria de prova até o final da festa de premiação ou encerramento do evento).
• Cujos ocupantes do veículo estejam sem cinto de segurança.
• Todo e qualquer lixo deverá ser mantido dentro do veículo até o final da prova. A equipe que for flagrada jogando lixo em qualquer ponto do trajeto será desclassificada.
• Tumultuar o trabalho dos fiscais de prova.
• Afixar ou realizar propagando política, religiosa ou racista em seu veículo de competição, ou nos locais da prova, durante o transcorrer do evento.
• Largar sem o GPS (coletores de dados via satélite).
• Não entregar o GPS (coletores de dados via satélite) dentro do prazo se 20 minutos do horário ideal de chegada do competidor ou no local indicado pela organização.
• Os casos omissos serão julgados pela comissão organizadora.

 

Art. 21 - Penalidades Especiais
a. Ocupantes do veículo sem cinto de segurança - desclassificação.
b. Não passar pelo PC - 6000 pontos.
c. Ultrapassar os limites de velocidade nos trechos de radar – 1000 pontos.
d. Falta do uso de nos veículos que não possuam teto rígido ou possuam Santo Antônio – desclassificação.
e. Passar pelo PC no sentido contrário da prova – 6000 pontos, a ser acrescido à pontuação perdida no PC, não sendo considerado o tempo da passagem em sentindo contrário.

Art. 22 – Briefing
Será realizado um briefing antes da prova, para informar aos participantes sobre os objetivos do esporte, características da prova, alterações de planilha, peculiaridades do percurso e infra-estrutura organizacional, com a presença obrigatória de pelo menos um integrante da dupla. Este briefing terá força de regulamento para a etapa. O briefing poderá ser por escrito.
Parágrafo único: A dupla que não estiver presente ao briefing, perderá o direito a reclamação sobre as informações passadas no mesmo.

Art. 23 - Alterações no Roteiro
23.1. Membros da organização autorizados a efetuar uma alteração no roteiro: Apenas o diretor de prova, ou fiscais de prova estão autorizados a realizar alterações no roteiro após a sua largada. Para isso deverão estar devidamente uniformizados e identificados e posicionados em local de fácil visibilidade no roteiro original da planilha. Deverá ser informado de forma clara o novo roteiro a ser seguido e caso houver, as alterações nos tempos ideais, e o navegador deverá assinar o formulário de alteração.
23.2. No caso de imprevistos (rio transbordado, barreira caída na estrada, ponte caída ou similar), que impossibilitem a passagem dos veículos ou que provoquem alterações no roteiro, correrá por conta dos participantes procurarem meios que conduzam o mais brevemente ao roteiro original da prova. Os seus tempos ideais continuarão os mesmos.
23.2.1. A prova poderá ser paralisada, ou o roteiro original alterado a critério do Diretor Técnico da prova, com anuência dos Comissários Desportivos, sendo que esta informação só poderá ser feita por um dos integrantes da Equipe Técnica da Prova.
23.3. Todas as porteiras e colchetes a serem atravessados constarão na planilha, sendo de responsabilidade do concorrente à travessia sem ocasionar danos, sob pena de desclassificação, tendo que, em qualquer caso, arcar com os danos de responsabilidade civil.
23.4. Em caso de mudança de horário por força maior, ou por motivos técnicos, a Direção da prova deve comunicar imediatamente, pelos meios disponíveis, a todos os participantes.
23.5. Se, por qualquer motivo de força maior ou de segurança, a etapa não puder ser realizada, os organizadores não serão obrigados a nenhum tipo de indenização aos concorrentes inscritos, sendo organizado comboio até o local de largada da próxima etapa.

Art. 24 – Apoio
Os carros só poderão ter o apoio de suas equipes nos pontos determinados pela organização. Não será permitido apoio no trajeto da prova.

Art. 25 - Veículos Admitidos
25.1. Serão admitidos como concorrentes veículos multimarcas com tração 4x4, sem ou com preparação para competição. Em caso de dúvidas, cada caso será analisado pela Direção Técnica em conjunto com os Comissários Desportivos.
25.2. Cada veículo deverá ser apresentado para vistoria na secretaria de prova, até no sábado 24 de setembro de 2011 até uma hora antes da Largada do primeiro carro.
25.3. Caso o veículo não esteja registrado em nome de um dos ocupantes, os mesmos deverão portar uma autorização assinada pelo proprietário do veículo, informando estar ciente do seu uso para competição em Rallye.
25.4. O concorrente deverá se apresentar com os adesivos fixados nos veículos em locais determinados pela organização. (conforme adendo específico deste regulamento).
25.5. Ficará a critério da organização impedir a largada ou continuidade na prova de qualquer veículo que não reúna condições de segurança mínima exigida.

Art. 26 - Itens Obrigatórios de Segurança e Vistoria
26.1. Vistoria: Será realizada a fim de se verificar, se o veículo encontra-se em condições de participar com segurança de todo o percurso do evento, bem como demais itens obrigatórios. A organização poderá proibir a participação do veículo que, a seu critério, não reunir as condições mínimas de segurança.
26.2. Itens obrigatórios de segurança que poderão ser vistoriados e deverão estar em perfeito estado de funcionamento:
a. Faróis;
b. Lanternas;
c. Luzes de freio;
d. Cinto de segurança de no mínimo três pontos;
e. Extintor de incêndio, com carga e no prazo de validade;
f. Triângulo;
g. Pneus em bom estado;
h. Buzina;
i. Cinta para reboque;
j. Demais itens obrigatórios por lei.
k. Segurança Pessoal – Em todas as categorias o uso de capacetes é facultativo, porém, aconselhável e recomendado.
l. O uso do capacete será obrigatório nos veículos que não possuam teto rígido e Santo Antônio em trechos navegados.


Art. 27 - Instrumentos de Navegação
27.1. Para a categoria Graduado e Super Máster, fica liberado o uso de qualquer instrumento de navegação, sendo obrigatório o uso de navegação integrada, através de computador de bordo.
27.2. Para a Categoria Junior não é obrigatório o uso de computador de bordo, porém aconselhável e recomendado.
27.3. Na categoria cidade é proibido o uso de qualquer equipamento de navegação integrada.

Art. 28 – Sistema de Comunicação
Fica proibido o uso de rádios de comunicação, celulares ou quaisquer dispositivos de comunicação entre a equipe e outros competidores ou apoio externo durante a prova, sob pena de desclassificação imediata caso avistado pela organização.
Haverá apoio e limpa trilha percorrendo todo o trajeto da planilha, caso necessário o competidor será rebocado até a via urbana ou local com infra-estrutura de comunicação para solicitação de apoio mecânico extra.

Art. 29 - Casos Omissos
Os casos omissos no regulamento serão resolvidos pela comissão organizadora.

Art. 30 – Adendos
30.1. Este regulamento poderá sofrer alterações, que serão divulgadas em adendos, publicados no quadro de avisos da etapa.
30.2. Nas etapas poderá ser fornecido um adendo para a aferição de hodômetros.

Art. 31 – Sinalização
Poderão ser utilizadas as seguintes bandeiras:
Bandeira Amarela - Aviso de perigo.
Bandeira Vermelha - Parada imediata obrigatória.
Bandeira Preta - Desclassificação.
Bandeira Quadriculada (verde e amarela) - Largada.
Bandeira Quadriculada (preta e branca) - Chegada.
Considerações Gerais
Alguns trechos deste tipo de competição são feitos no interior de propriedades particulares. Portanto, dependerá do comportamento de cada participante a imagem que a prova trará aos moradores, proprietários e curiosos. Espera-se dos participantes um comportamento que contribua para que o Rally seja um esporte sadio e de alto nível, para que sempre seja possível contarmos com boas trilhas e angariar a simpatia do público para os próximos eventos.

ADENDO 1

ESPAÇOS PARA DIVULGAÇÃO DE LOGOMARCAS E ADESIVOS DIVERSOS NOS VEÍCULOS
1 NUMERAL PARA IDENTIFICAÇÃO DO VEÍCULO:
O numeral identificador do veículo será determinado pela Organização da prova, sendo o meso número de sua ficha de inscrição, o qual deverá ser fixado no veículo nos seguintes locais:
1- na parte central superior externa do pára-brisa dianteiro, com aproximadamente 21 cm de largura por 15 cm de altura;
2- na parte central superior externa do vidro traseiro, com aproximadamente 21 cm de largura por 15 cm de altura. 2 DE VISTORIA
Serão colocados no lado externo do pára-brisa, na parte superior esquerda de quem olha o veículo pela frente, em espaço de aproximadamente 10 x 10 cm.
3 DOS PATROCINADORES DA PROVA.
1- Na parte externa das portas dianteiras, dentro do espaço de aproximadamente 35 cm de largura por 50 cm de altura, citado anteriormente;
2- Nas laterais inferiores externas do capô ou superiores externas dos pára-lamas dianteiros, espaço com aproximadamente 40 cm de largura por sete (7) cm de altura;
3- Nas laterais superiores externas do capô do motor, espaço com aproximadamente 50 cm de largura por 15 cm de altura;
4- Na parte superior externa do pára-brisa dianteiro, espaço de aproximadamente 1 m de largura por 10 cm de altura;
5- Na parte central externa da frente do capô do motor, espaço de aproximadamente 40 cm de largura por 13 cm de altura.
4 COLABORADORES DA PROVA
Há outros adesivos de colaboradores da Organização, que deverão ser fixados em locais externos visíveis, a serem definidos pelo Competidor. Será divulgado croqui para fixação de todos os adesivos da Organização.
5 PATROCINADOR DO VEÍCULO
1- Poderão ser fixados em locais diferentes dos especificados acima.
2- Não poderão conflitar com patrocinadores oficiais do evento, ficando a critério da organização não autorizar o uso de adesivos que julgar concorrentes ou conflitantes com patrocinadores oficiais.
3- Em caso de dúvida sobre o uso de alguma marca, os participantes poderão requerer autorização antecipada através de e-mail a SC RACING.

ADENDO 2 - TABELA PARA INSCRIÇÃO
* O preço de inscrição é por veículo, não sendo cobrado inscrição da equipe de apoio, acompanhantes (veja regulamento, ref. zecas).
*Para todos os veículos é obrigatório no ato da confirmação das inscrições e retirada do material de prova na secretaria, alem do pagamento ou comprovação da quitação antecipada da taxa de inscrição.
*O Valor da inscrição para as categorias de competição é de R$ 150,00 (Cento e cinquenta reais) e para a Expedition é de R$ 100,00 (Cem Reais)
*Cada competidor deverá entregar na sua confirmação de inscrição 20 kilos de alimentos. Não será aceito valor em espécie.
A conta corrente para depósito será informada pela organização de prova, após análise e aprovação da ficha de inscrição.

ADENDO 3.
PROGRAMAÇÃO, DATAS E ROTEIRO.
A programação e roteiro serão divulgados em data a critério da Organização, no site oficial do evento, http://www.transcatarina.com.br/.
O evento acontecerá no dia 24 de setembro de 2011.

 

HOSPEDAGEM.
Será divulgada em data a critério da Organização, no site oficial do evento, www.transcatarina.com.br, lista de opções de hotéis em cada cidade do roteiro, devendo cada competidor providenciar e confirmar sua reserva diretamente com os hotéis, eximindo a organização da prova por quaisquer falhas no atendimento ou pagamento.

ALIMENTAÇÃO.
Após a prova será realizado um almoço de premiação.

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